Em nossa visita ao Inhotim, conhecemos a galeria de Yayoi Kusama. O exterior trata-se de um pavilhão de aço, com um belo paisagismo e uma cobertura de tecido, bem iluminado pela luz solar, o que constrata bastante com o interior. Ao adentrar o pavilhão, somos dados cinco minutos para experimentarmos a obra. Trata-se de um ambiente escuro, sendo iluminado por uma luz violeta artifical, que retrata uma sala de estar/jantar, com poltrona, sofá, uma tv que fica passando vídeos da autora da obra, mesa de jantar e decorações, e todo o ambiente é marcado por bolinhas coloridas. A obra parece ser influenciada pelos transtornos mentais da artista. É uma experiência bem interessante, porém ao acessar a obra, somos avisados de quais objetos podemos ou não tocar, o que desafia a lógica de ser uma obra interativa e a própria ideia de não-objeto.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
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