Sob a perspectiva de uma mesa redonda propondo uma revolução, o texto Animação Cultural disserta sobre os fundamentos filosóficos da objetividade, contrariando a ideia que os objetos são produtos humanos, inventados para servir a humanidade, afirmando que são, na verdade, a síntese entre ação humana sobre o mundo e a ação do mundo sobre os homens, sendo assim a superação dialética tanto do mundo inanimado quanto da humanidade. Afirma também que a humanidade sempre se assumiu como objeto, tomando como exemplo o mito de que o homem foi moldado, a partir de barro, para aludir a imagem de seu criador, e em razão disso, procura justificar seu domínio sobre os demais animais e sobre os objetos. Em seguida, explica uma relação triangular entre o campo inanimado, o campo animado e o objeto, sendo esse o resultado da interação dos dois primeiros. E por fim, declara que os objetos são animação programadora do comportamento humano, propondo uma inversão da relação “homem-objeto”, já que são eles que animam e programam a humanidade.
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